quarta-feira, 8 de maio de 2013

Aula de Empreendedorismo com Prof: Luciana Senac Limeira

Hoje tivemos uma aula muito boa foi com a Prof: Luciana e tivemos uma dinamica que nos revelou algo muito bom a classe foi dividida em 2 grupos e os grupos tinha que construir uma torre cada grupo e essa torre em 25 minutos a mais alta possivel e o grupo que conseguisse fazer a mais alta e que não cair em 10 segundos depois de pronta venceria a dinamica e o meu grupo foi o vencedor dessa façanha tinha que acabar de construir e ficar em pé por 10 segundo...
Essa dinamica na verdade foi pra gente ver que a inovação no mode que vc ve as coisas e fazer vc ter ideias em tudo aquilo que ver ser inovador e empreendedor valeu a pena...
Abaixo as torres do grupo 1 e grupo 2...



Primeira foto Torre grupo 2 Zézão(eu), Ronaldo, Cintia e Vava, Segunda foto torre grupo 1 Fernandão, Débora e Luiz e terceira foto Aula de radio loucução e as 2 torres...foi assim a aula de hoje...

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Rapper Kris Kross morre Chris Kelly Morto aos 34 anos











 Chris Kelly - integrante do rap icônico grupo Kris Kross - morreu hoje, em Atlanta, com a idade de 34 ... TMZ confirmou.

De acordo com a FOX 5 em Atlanta, Kelly foi encontrado inconsciente em sua casa e foi declarado morto por volta das 5:30 PM no campus sul do Atlanta Medical Center.

Como integrante do grupo Kris Kross, Kelly disparou ao estrelato na década de 90 com mega-hit do grupo, "Jump". Eles também eram famosos por usar suas roupas para trás.

Em fevereiro - Kelly e seu parceiro rap, Chris "Papai Mac" Smith, se reuniu para uma performance muito atrasada.

Kelly ainda apareceu no TMZ vivo - e não poderia ter sido melhor.















para relembrar um pouco de seus melhores hits dessa época de ouro que eu vivi e sempre tocava nas festa esse sons...

domingo, 14 de abril de 2013

 DJ Marky comemora 20 anos de carreira em Junho com festival



Celebrando 20 anos de carreira e sempre na vanguarda, DJ Marky lança em 2013 um festival para entrar para a história e marcar uma nova era na música de pista no Brasil – DJ Marky & Friends Festival.
Numa experiência inédita, com um line-up internacional, o evento vai recriar a magia da tenda DJ Marky & Friends do Skol Beats, que durante uma década foi um dos alicerces do drum’n'bass no Brasil. Quem não se lembra da vibe daquela tenda lotada, ovacionada pelo público e imprensa?
Como de praxe em suas noites próprias, sejam no Brasil ou na Inglaterra, os “friends” convidados para a estreia do festival são alguns dos maiores (de verdade) nomes da música: a lenda Mix Master Mike, que foi integrante dos Beastie Boys, é um dos DJs mais incríveis da história do turntablism, fazendo acrobacias impressionantes com os tocadiscos, e se tornou hors concours do DMC (campeonato mundial de turntablism) logo no início da década de 90.
Após o recente falecimento de Adam “MCA” Yauch (vocalista da banda), essa apresentação certamente terá um quê de nostalgia muito bem-vindo! Outro norte-americano convidado é Moodymann, que faz um techno/house com influências de jazz, soul, disco e funk – imperdível! Já o inglês LTJ Bukem, um dos pioneiros do drum’n'bass e primeiro grande responsável pela mistura do gênero com jazz e soul, sempre à frente da lendária Good Looking, vem para fazer um set histórico e, claro, de sabor atmosférico.


Data: 07/06/2012 (sexta-feira)
Horário:
a partir das 22h
Local:
Espaço das Américas – R. Tagipuru, 795, Barra Funda – São Paulo
Ingressos:
Vendas online: https://www.ticket360.com.br/evento/1739/dj-marky—friends-festival Feminino: R$ 60,00 Masculino: R$ 80,00 Na portaria sujeito à disponibilidade e alteração de preço. Esgotado um lote, inicia-se automaticamente a venda do seguinte com o novo preço, independente da data previamente estabelecida. Nos pontos de venda credenciados e vendas on-line pagamento à vista, cartão de crédito ou débito. Não nos responsabilizamos por ingressos comprados fora dos pontos credenciados. Evite prejuízos, não compre ingressos falsos de cambistas. Preços sujeitos à alteração. Mais informações: www.lovelife.com.br | (11) 3078.4778 | oi@lovelife.com.br Censura: 18 anos. Realização: LoveLife Entertainment Marketing | Plus Talent


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Pai do hip hop, DJ Kool Herc, vem ao Brasil em agosto para evento no interior de São Paulo

 

 

 

 

 

 

Pai do hip hop, DJ Kool Herc, vem ao Brasil em agosto para evento no interior de São Paulo

O DJ e produtor jamaicano Kool Herc vem ao Brasil para participar de uma mesa de debates durante o evento BLOCK' OUT!, que acontece no dia 17 de agosto, em Ribeirão Preto, no Memorial da Classe Operária.  
Considerado o 'Pai do hip hop', o músico antecedeu e influênciou nomes como Afrika Bambaataa e Grandmaster Flash, que juntos formam 'o trio sagrado' do gênero. Além de Herc, sua irmã, Cindy Campbell, também vai participar do evento, que segue com apresentações de DJs locais e oficinas de graffiti. 
Serviço
 
O que: BLOCK' OUT! com DJ Kool Herc e Cindy Campbell
Quando: 17 de agosto
Onde: Memorial da Classe Operária, Ribeirão Preto, SP
Quanto: Entrada franca

 

quinta-feira, 11 de abril de 2013


DJs poderão ter a profissão regulamentada

 



A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou no dia 18/10/2011 o projeto de lei do Senado PLS 322/10 (veja aqui na íntegra) incluindo nas categorias da Lei 6.533/78, que trata da regulamentação das profissões de artista e de técnico em espetáculos de diversões, o profissional DJ e o profissional Produtor DJ.
Na realidade, essa proposta resgata o PLS 740/07, apresentado pelo falecido senador Romeu Tuma. Esse projeto chegou a ter substitutivo aprovado pelo Senado, confirmado depois pela Câmara dos Deputados, mas foi vetado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Antes de seguir para a Câmara dos Deputados, a matéria ainda será votada, em decisão terminativa, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Decisão terminativa é aquela tomada por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado.
O projeto passa a exigir certificado de curso profissionalizante de DJ para o exercício dessa atividade. É com esse diploma que o DJ e o Produtor DJ poderão obter o registro profissional junto ao Ministério do Trabalho e Emprego.
A carga de trabalho fixada é de seis horas diárias e trinta horas semanais, assegurando-se liberdade de criação interpretativa a esses profissionais, desde que respeitada o obra original.
DJs estrangeiros ficam dispensados de comprovar a realização de curso técnico desde que sua permanência no país seja inferior a 60 dias. Mas exige que, em eventos com artistas internacionais, seja garantida a participação de, pelo menos, 70% de profissionais brasileiros.
Conceitos legais
“Art. 2º …
III – DJ ou Profissional de Cabine de Som DJ (disc-jockey), o profissional que cria seleções de obras fixadas e de fonogramas, impressos ou não, organizando e dispondo de seu conteúdo, executando essas seleções e divulgando-as ao público, por meio de aparelhos eletro-mecânicos, eletrônicos, ou outro meio de reprodução;
IV – Produtor DJ (disc-jockey), o profissional que manipula obras fonográficas impressas ou não, cria ou recria versões e executa montagens sonoras para a criação de obra inédita, originária ou derivada.
§ 1º Os profissionais referidos nos incisos III e IV também atuam na fixação e colocação de obras para o público.
Justificativas do senador Sérgio Zambiasi
“Por último, cabe ainda acrescentar que sobre essa categoria de profissionais do entretenimento – os disc-jokeys (DJs) – que tanta animação tem prestado aos eventos em clubes, casas de festas, danceterias, casas de espetáculos, aniversários e casamentos, com os seus conhecimentos profundos nos ritmos das danças e os efeitos sonoros, aliados à tecnologia dos instrumentos, à época da elaboração da Lei nº 6.533, de 1978, não se falava em suas atividades.
Estima-se hoje o universo de mais de um milhão de disc jokeys que vem atuando autonomamente, à margem da legislação, nos diversos meios de espetáculos de diversões ao público.
Essas são, nobres Colegas, as razões que nos levam a reapresentar o presente Projeto de Lei, inicialmente de autoria do Senador Romeu Tuma, e também por discordar dos motivos encaminhados no Veto pelo Presidente da Presidente da República.”

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Slate Pro Audio introduz o RAVEN MTX Sistema de Produção Multi-Touch
Um produto revolucionário para o estúdio DAW MODERNA 
 Steven Slate e toda a equipe SLATE AUDIO PRO estão orgulhosos de apresentar-lhe a RAVEN MTX, o sistema de Produção primeira Multi-Touch para a música e indústria cinematográfica.
The Raven combina um estado da arte monitor multi-touch projetado pela equipe Pro Slate áudio a partir do zero, um poderoso software de gravação de controle multi toque, uma seção de monitor cheio de recursos analógica, incluindo som surround 7.1, e a capacidade de interagir com o real DAW como você nunca viu antes. Mais informações em breve na Slate Pro Áudio  


 Veja o video abaixo pra saber um pouco mais do que ela é capaz e suas funções..












Maestro Invisível, filme sobre o primeiro DJ do Brasil.


Você já ouviu falar sobre a Orquestra Invisível? 
O filme abaixo foi inspirado no livro Todo DJ Já Sambou, da Cláudia Assef, e conta um pouco da história de Osvaldo Pereira, conhecido como o primeiro DJ do Brasil. O curta conta uma história de valor inestimável e tem só 15 minutos, vale muito a pena assistir!


Todo DJ Já Sambou
No final dos anos 50, São Paulo tinha bons salões de baile. Os mais famosos eram: Clube Holms, Clube 220, Palácio Mauá, Paulistano da Glória, Clube Piratininga, Casa de Portugal e Som de Cristal. As festas nesses salões eram verdadeiros acontecimentos. Sempre aos sábados, os bailes eram pomposos, animados por orquestras competentes, com músicos vestidos em traje de gala. Ao contrário de países como os Estados Unidos, não havia no Brasil um código social que vetasse a entrada de negros nesses bailes. O fator excludente era mesmo o alto preço dos ingressos. As festanças com orquestras eram verdadeiros shows, com músicos impecáveis, som da melhor qualidade e até iluminação caprichada.
Tudo perfeito para divertir os dançarinos da elite. Sabe a história da pessoa certa, no lugar certo, na hora certa?
Serve direitinho para contar como o técnico de rádio Osvaldo Pereira, hoje com 68 anos, se tornou o primeiro DJ do Brasil. Formado em rádio e TV, Osvaldo trabalhava numa loja que era, ao mesmo tempo, revendedora de LPs e assistência técnica de aparelhos eletrônicos. Quando não estava consertando rádios, Osvaldo ficava como vendedor na pequena seção de discos que havia ali. Fã de música desde criança, o técnico ficava frustrado por não poder freqüentar os bailes nos salões bacanas. Visionário, construiu um sistema de som com pouco mais de 100 watts de potência (um assombro para a época, porém pouca coisa mais potente do que um aparelho de som caseiro de hoje) e começou a fazer som em aniversários e casamentos no bairro de Vila Guilherme, zona norte de São Paulo, onde mora até hoje. O ano era 1958.
Com um toca-discos dinamarquês da marca Torris e o sistema de som que havia construído, Osvaldo foi o primeiro a sustentar um baile num salão chique da cidade sem uma orquestra. Ou melhor, com uma orquestra invisível…
Em 59, um ano depois de começar a fazer festinhas de bairro, Osvaldo Pereira negociou com o proprietário do Clube 220 o empréstimo do salão aos domingos. A idéia parecia boa para ambos, já que o salão não funcionava naquele dia e Osvaldo prometia um baile bem mais barato que o habitual, já que não gastaria com músicos. Hoje, aos 68 anos de idade, aposentado, Osvaldo descreve, orgulhoso, a sensação de segurar um baile só com música mecânica: “Montei meu toca-discos no palco, distribuí as caixas de som pelo salão.
As pessoas que iam chegando não entendiam direito como um som tão potente saía da minha vitrolinha. Tinha gente que subia no palco para ver. Às vezes, eu ficava escondido num cantinho ou deixava a cortina fechada. Aquele sonzão todo e nenhum músico, o pessoal ficava meio assim. Daí um primo meu deu a idéia de divulgar que os bailes eram animados pela orquestra invisível, porque ninguém via direito de onde vinha o som. Eu gostei disso, achei charmoso. E completei com um nome em inglês bem bonito. Eu virei a orquestra invisível Let’s Dance”. Ali nascia, ainda que sem querer, o esboço do que viriam a ser, nos anos 70, as equipes de baile. Só que, no caso de Osvaldo, o DJ, o técnico, o roadie e o empresário eram a mesma pessoa. Em pouco tempo, a notícia da orquestra invisível de Osvaldo Pereira havia se espalhado pela cidade.
As festas tinham fama de ser boas e baratas, o que poderia ser melhor? “Outros discotecários se animaram, surgiram várias orquestras invisíveis em São Paulo”, recorda Kim, DJ e freqüentador do bailes, que cita, além de Osvaldo, o discotecário Daniel como uma lenda nas festas da virada dos anos 50 para os 60. “Só que o Daniel virou crente. Ouvi dizer que hoje em dia é pastor de igreja lá no bairro da Liberdade”, diz Kim.Do Clube 220, a orquestra invisível Let’s Dance foi para o Ambassador, outro salão chique da cidade, instalado na avenida Rio Branco. Ali, ainda em 1959, Osvaldo passou a comandar os sábados, além das domingueiras.
Como só tinha um toca-discos, ele conta que tinha que correr para trocar de música. “Eu trocava rápido porque conhecia muito bem os LPs, sabia do que as pessoas gostavam. Conforme fui pegando prática, o intervalo entre as músicas foi ficando tão pequeno que às vezes as pessoas nem paravam de dançar.” Quando demorava um pouco mais na troca, os dançarinos batiam palmas, como se aplaude uma orquestra de verdade no final de uma execução impecável. Na vitrolinha Torris do discotecário rolavam bolachas de 78 e 45 rotações. Até meados dos anos 60, as orquestras invisíveis tocavam um som bem fiel ao das orquestras de carne e osso. “A gente botava Glenn Miller, Stan Getz, Ray Charles, Frank Sinatra, Johnny Mathis, Ray Conniff… era um som bem requintado”, lista Osvaldo. Entre os artistas nacionais, os bons de pista eram Bolão e Valdir Calmon (os precursores do samba-rock), Golden Boys, Elza Soares e Miltinho, Eduardo Lincoln, Claudete Soares, Trio Ternura…

Technics deve fechar as portas no fim do ano.

A Panasonic, grupo japonês que controla a Technics, uma das mais tradicionais marcas de equipamentos profissionais para Djs, anunciou hoje que a empresa deverá encerrar suas atividades no final de 2010.
Já havia rumores sobre isso desde o final do ano passado, além de, obviamente, haver um consenso de que os toca-discos perderam muito espaço com a chegada dos cdjs e ainda mais com o crescimento do mercado de vendas digital.
Dois motivos foram apontados pela empresa japonesa como decisivos: O primeiro é o declínio de 85% nas vendas do equipamento nos últimos dez anos e o segunda é a falta de disponibilidade de peças que compunham os equipamentos, uma vez que os fornecedores dos componentes entraram em crise junto com o mercado. O anúncio marca o fim de uma era dominada pela empresa e a famosa série de turntables SL, presentes no mercado profissional há quase quarenta anos.
Leia o pronunciamento oficial da Panasonic:
Em relação aos produtos toca-discos analógicos, temos de informar nossa decisão de encerrar o negócio ainda este ano, infelizmente. A seguir apresentamos as razões que nos fizeram chegar a esta conclusão.
1) Desde o início da última década, nossas vendas de toca-discos têm diminuido drasticamente. É quase um quinto das vendas em comparação com há 10 anos
2) Muitas partes fundamentais não estão mais disponíveis, como alguns de nossos fornecedores pararam a produção, e alguns já interromperam a sua atividade. E há um risco da produção de algumas peças-chave que estão disponíveis atualmente poderem ser interrompidas de repente, porque essas partes hoje são produzidas apenas para nossos toca-discos. Nesse caso, não podemos produzir os produtos já pedidos. Nós vamos interromper a produção com antecedência, a fim de evitar o pior. 
Tecnologia xs DJ
Muitos simplesmente “culpam” o mercado digital e as novas tecnologias (computadores, controladores) pelo declínio do vinyl na pista, mas precisamos entender a nova realidade da música eletrônica. Primeiramente, a música eletrônica, devido ao barateamento e simplificação de sua produção, da identidade com nossos tempos guiados pela percepção sensorial e até mesmo devido à estagnação dos estilos musicais tradicionais, representa hoje um meio em crescimento exponencial.
Com esse crescimento, surgem novos produtores e DJs a todo tempo, ávidos pelo sucesso profissional imediato e sem tempo e dinheiro para competir com os profissionais já atuantes. Além disso, tocar com vinyl exige muita prática, concentração e experiência, havendo ainda o risco do DJ dar uma sambada por um erro mínimo. Os meios digitais “resolveram” esses problemas. Hoje é possível comprar dez ou vinte músicas pelo preço de um disco apenas.
Também é possível fazer um Live Pa sem nenhuma prática, mesmo que nada seja feito ao vivo e apenas seja apertado um botão. Também tem a pesquisa musical… Os DJs que tocam com vinys precisam de muita paciência para escolher novidades, ouví-las, e ainda que a pesquisa seja feita em um site, as opções são infinitamente inferiores à sites como o beatport. É assim que surgem os DJs “top 10″, que compram as músicas mais baixadas e acabou. Mas surgem também DJs que pesquisam e conhecem um novo artista a cada clique, devido às inúmeras opções disponíveis.
Por muito tempo o vinyl foi padrão pela qualidade inalcansável. Os puristas dizem que ainda é assim, mas eu não acredito nisso. A qualidade de uma música pode ser a melhor possível mesmo ela sendo apenas um pequeno arquivo. Outro ponto era a impossibilidade de fazer scratch, pois os efeitos de simulação dos CDs eram muito ruins, o que não ocorre mais. Não apenas cdjs, mas também controladores portáteis podem simular o efeito e te fazer jurar que é um vinyl.
O que não pode ser negado é a proximidade do DJ com a música tocada através do vinyl. Colocar a agulha no disco, arrumar a sincronização com as próprias mãos, variar a afinação para mudar a velocidade, empurrar o disco ao invés de apertar o play, enfim, colocar as mãos naquilo que é quase abstrato, que se espalha pelo ar… Isso não tem preço e não tem comparação. Com um disco, não existe um DJ falso, não existe encenação, ou sabe ou, literalmente, dança.
Não há dúvida que os DJs perderam muito prestígio sem os discos. Produtores mundialmente famosos, como Deadmau5, afirmam sem pensar duas vezes que os DJs apenas fazem fama com a música e talento dos outros. Uma pena. É cuspir no prato que comeu, ou pior, no berço que nasceu… Claro, isso também é fruto de muitos “DJs”  que apenas apertam o botão e posam para foto. Saudades teremos um dia, quando toca-discos serão relíquias super valorizadas e as máquinas os verdadeiros DJs (já temos?).
Abaixo  um vídeo de uma edição limitada dourada dos Technics SL 1200, que deverão valer mesmo ouro muito em breve…

 

quarta-feira, 20 de março de 2013

Aula no senac no Imac 27 polegadas

Estou agora nesse momento fazendo aula de radialista locutor no meu blogg nada mais nada menos do que tenfo o prazer de desfrutar de bons momentos na melhor maquina da atualidade mundial o Imac 27 polegadas um show de maquina bom sem palavras tudo o que é da apple é fascinnate...


Top 10 DJ’s mais bem pagos do mundo

A revista Forbes mais uma vez trás uma de suas listas, agora relacionando um meio antes ignorado. A música eletrônica tem conquistado espaço em meio a tantos outros ritmos. Prova disso é o destaque na midia, recentemente presenciamos em capa de revista como a Rolling Stone, famosa no mundo pelas novidades do rock. Nesse top 10 é relacionado os recebíveis dos últimos 12 meses em shows e eventos desses DJ’s que são considerados os melhores do mundo.

Top 10 DJ’s mais bem pago do mundo 2012


RANK                                                   DJ'S                                       VALORES ANUAIS

                                                                                                                                                                                                                                  
1ª                                         TIESTO                                      US 22 MILHÕES
2ª                                         SKRILLEX                                 US 15 MILHÕES
3ª                                        SWEDISH HOUSE MAFIA      US 14 MILHÕES


 
4ª                                        DAVID GUETTA                        US 13,5 MILHÕES
5ª                                       STEVE AOKI                             US 12 MILHÕES
6ª                                      DEADMAU5                               US 11,5 MILHÕES
7ª                                     DJ PAULY D                               US 11 MILHÕES 
8ª                                     KASKADE                                  US 10 MILHÕES      


9ª                                    AFROJAK                                    US 9 MILHÕES

10ª                                 AVICIL                                         US 7 MILHÕES